Blog Moema Soares
Espaço para divulgar uma nova maneira de viver, muito mais feliz e saudável!
Eu não sei se eu mudei ou mudou o São João
Por Ricardo Guedeville, psicólogo do Método Ravenna
Época de festa, São João chegando e quem vai querer ficar de fora dessa festa se não for por um bom motivo? Quem sofre de Obesidade e está engajado a emagrecer pode, em épocas de festas, desejar ficar distante desses eventos. Esse desejo, que se transforma em muitos casos numa escolha, é motivo de estranhamento por parte de quem convive, mas é possível compreender.
Os ambientes festivos são o “calo” de muita gente que busca emagrecer. É muita estimulação por todos os lados adentrando por nossos sentidos. Se não existe a FOME ainda tem que se virar com a VONTADE de comer. E não é só isso. Os nossos vínculos (alguns antigos) nos convidam a comemorar aquele singular encontro. Tudo isso regado a muita comida e bebida. Difícil resistir.
Quando ouço de alguns pacientes as descrições do que lhe aguardam lá nos seus eventos familiares, eu fico algumas vezes com vontade de perguntar – “E você vai?” Ele trata logo de reagir “E tem jeito? Vou me tornar um anti-social?” Nessa hora costumo lembrar-lhes que a distância é da comida e não das pessoas (pelo menos não necessariamente). “E é só esse ano” – insisto.
Talvez a nossa maior dificuldade não seja saber resistir e sim saber ESPERAR. Não sabemos esperar a hora de começarmos a nos permitir. Afinal não é para qualquer um passar por uma festa dessas sem sair das suas metas. É preciso muito planejamento, foco e convicção do que se quer. E isso a maioria não tem.
Dessa forma é importante respeitar o seu momento. Talvez mais que isso. É respeitar o teu projeto, nesse caso, o de emagrecimento. Que este consiga ser levado a cabo independente do momento e de alguns pesos já eliminados. Fazer isto é construir um projeto com começo meio e fim. Claro que para alguns é possível estar nesses ambientes, mas para muitos não é assim que funciona. Se eu me vejo nesse momento, o melhor é assumir. Isso, ao contrário do que se pensa que seria um sinal de fraqueza, exige força e personalidade.
Que o São João de 2016 seja diferente para quem quer uma vida diferente (óbvio não?) e que nossas escolhas reflitam, antes de mais nada, como estamos e como desejamos estar. Só não botemos a culpa na festa depois. Afinal muitas pessoas já saem da dieta no momento que escolhem ir. Radicalismo ou Realidade? Só depende de você.
Bom São João!
FLUXO INTESTINAL & EMAGRECIMENTO
Os povos orientais sempre acreditaram que todas as doenças começam no intestino, e este saber milenar vem a cada dia se confirmando na literatura atual. Existe uma relação fundamental entre o intestino e a saúde geral, que influencia inclusive o processo de emagrecimento.
Quando o intestino está preguiçoso (mais de dois dias sem evacuação ou presença de ressecamento nas fezes) é necessário tomar algumas medidas para que o emagrecimento não seja prejudicado. Intestino preso implica em fezes acumuladas neste órgão e, consequentemente,estagnação ou aumento do peso pelo volume das fezes.
Seguem abaixo algumas recomendações para auxiliar o funcionamento intestinal e evitar a redução de peso insatisfatória:
O que fazer?
*Mastigar bem os alimentos. É necessário triturar bem os alimentos para facilitar a digestão e absorção dos nutrientes;
*Comer frutas laxantes (manga, mamão, laranja e tangerina com o bagaço, ameixa, abacaxi, kiwi) dentro das opções de asteriscos da nossa dieta;.
*Beber muito líquido (2 litros de água + 1 litro de outros líquidos);
* Coloque de molho 3 a 4 ameixas em 250 ml de água por uma noite. Ao acordar, em jejum, beba a água e dispense as ameixas;
*Usar chá de hortelã que aumenta os movimentos do intestino, facilitando a propulsão das fezes;
*Usar 2 colheres de chá (10g) /dia de chia e/ou linhaça no iogurte ou na vitamina ou na fruta.
O que não fazer?
Evitar o consumo de banana, maçã sem casca, maracujá, pêssego, cenoura cozida, chuchu e beterraba cozidos;
Excesso de refeições lácteas;
Não usar remédios laxantes.
Humanos sim, incapazes não
Por: Ricardo Guedeville (psicólogo do Método Ravenna)
Emagrecer não é fácil, correto? Ou você está ou não está fazendo uma restrição alimentar. Quando nos propomos a investir num projeto de emagrecimento podemos estar nele de diferentes formas. Todas as maneiras podem ser válidas no sentido em que são escolhas as quais nos propomos. Contudo, precisamos estar conscientes destas escolhas e de suas consequências.
Emagrecer pode ser uma decisão radical no sentido de mudança de vida. Ainda mais quando se trata de obesidade. Se você pouco mudar sua alimentação, ainda assim irá emagrecer. Mas quem pouco muda a alimentação (e outras coisas) pouco emagrece. Não porque emagrecer muito e num tempo razoável seja impossível, porém se deve ao fato de que a balança reflete a sua escolha.
O discurso de uma dieta que se permita a saídas frequentes pode muitas vezes ser racionalizada pelo discurso de quem é contra “radicalismos”. Penso que há um equívoco aí. Nesse sentido pode ser muito importante separar Radicalismo, de Foco. Quem se dá ao direito de sair da dieta antes da hora pode estar sendo radical. Radical em não mudar o seu estilo de vida, em nunca dizer não. Radical em nunca se dar o direito de faltar a um evento familiar ou de mudar a maneira como estará lá. O radicalismo pode aparecer nas sutilezas do que imaginamos ser a nossa flexibilidade.
Em um tratamento de emagrecimento não devemos ser radicais, pois isso pode aumentar a nossa ansiedade e, se algum dia “vacilarmos”, pode ser o suficiente para nos culparmos, negando nossa condição humana enquanto pessoas que PODEM falhar. Mas “PODER” falhar NÃO significa que IREMOS falhar.
Para cumprir um projeto de emagrecimento o ideal é que tenhamos FOCO, ou seja, que sejamos atentos, rigorosos, flexíveis em adaptar a nossa vida às nossas PRIORIDADES em emagrecer. Nesse caso, as falhas se existirem serão acolhidas, mas não previstas ou desejadas. Uma coisa é se perdoar pelos erros que não foram possíveis de se prever. Outra coisa é ter a certeza de que vai falhar, contar com isso e acabar fazendo menos do que poderia. A primeira trata-se de um gesto de humanidade e maturidade. A segunda pode ser a expressão de uma crença de incapacidade ou um desejo de ganhar sem querer pagar o preço que isso requer.
Humanos sim, incapazes não.
Uma grande pessoa ou um grande feito?
Por: Ricardo Guedeville (psicólogo do Método Ravenna – Clínica Salvador)
“Os homens poderiam ser bem melhores se não quisessem ser tão bons.” Esta foi uma frase que jamais esqueci desde que tive contato. Ela é de autoria do pai da Psicanálise, o Sigmund Freud, o mesmo que quando questionado se ele se achava um grande homem ele não hesitou: “não me considero um grande homem, mas aquele que fez uma grande descoberta”. Frase certeira e de muitas verdades. Explico o porquê. Para ser uma grande pessoa (um grande Homem ou Mulher) é necessário muita coisa. Mas uma é indispensável e não pode faltar como dica em nenhum livro de auto-ajuda: a ilusão. É esta que nos dá uma cegueira suficiente para não vermos determinados aspectos da nossa personalidade que convenhamos, não teríamos orgulho e faltaria espaço para expor no Instagram.
Sim, somos em nosso íntimo mais mesquinhos, invejosos (etc e tal…melhor parar por aí) do que gostaríamos. Somente uma pessoa que não se conhece o suficiente para “se achar” um grande ser humano. Já sei que vai ter gente reclamando (os de autoestima baixa) que não é por aí, que não fale assim de mim não. Mas é bobagem, e lutar para negar isso só confirma a tese.
Fazer algo notável, por sua vez, tem certa grandiosidade. Feitos diferenciados, além de “beneficiar” a própria pessoa que fez, ainda inspira a sociedade no sentido de fazê-la acordar para a sua preguiça ou pelo menos por fim às queixas infindáveis. Uma observação – as aspas em beneficiar são porque não se pode garantir que esta empreitada só vai ter alegrias para a quem a realiza. Mas, o mais importante é que feitos grandiosos podem ser feitos por pessoas não grandiosas, pessoas falíveis, inconstantes, ou seja, gente como você e eu. E se falharmos isso tem muito menos a ver com a nossa pessoa do que com certos desejos que entram pelas janelas e chegam esvoaçando e bagunçando todos os
papeis na nossa sala. Estes desejos, da mesma maneira que vieram, se vão.
Em suma, separar a pessoa dos seus feitos é colocar os holofotes no lugar certo. Se os nossos papeis só vivem indo ao chão talvez seja hora de pedir ajuda. Se isto ocorre eventualmente não cabe se angustiar e muito menos se culpar. É burrice querer poder parar o Vento. A outra pessoa, cujos papeis ainda estão no mesmo lugar, talvez só tenha sido mais esperta. Ela não abriu as janelas naquele dia.
Pesquisa mostra que sobrepeso e obesidade continuam crescendo na América Latina e Caribe
Com impacto maior entre as mulheres e tendência de crescimento entre as crianças, a obesidade e o sobrepeso seguem crescendo no Brasil, assim como em toda América Latina e Caribe.
Por detrás dos números, uma mudança clara do padrão de consumo: muitas famílias têm deixado de comer pratos tradicionais e aumentado a ingestão de alimentos ultra-processados.
O sobrepeso chegou a 54% dos adultos brasileiros em 2014, segundo a OMS (Organização Mundial de Saúde). Mulheres sofrem mais, enquanto 7,3 das crianças menores de 5 anos já convivem com o problema. O impacto na saúde é grande. Uma saída é a educação nutricional, com advertências sobre alimentos ricos em sal, gordura e açúcar
A situação gera impactos importantes na saúde e deve ocupar cada vez mais a pauta dos governos.
FONTE DA PESQUISA: Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) + Organização Panamericana de Saúde JAN 2017

Quando a cultura do “fast-food” atinge outras proporções:
- Segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde) a Obesidade é uma das doenças que mais cresce no mundo. Desta forma, começamos também, como sociedade, a buscar infinitas soluções para este problema. A grande questão é o “vale-tudo” na hora de emagrecer.
- Muitos dos problemas que hoje “alimentam” o ambiente obesogênico, que se instaurou na sociedade, advém da lógica pós-moderna. Trata-se de uma lógica de consumo de produtos de uma forma rápida e dispensável. Então hoje vivemos em uma sociedade que trabalha numa lógica de “fast-food”, procurando soluções rápidas e tratando sempre de pensar no próximo problema. Assim como todas as coisas na vida, está forma de pensar acarreta coisas boas e, também, coisas ruins.
- Entretanto, precisamos estabelecer um limite que não deve ser ultrapassado. Acima temos a notícia do falecimento de Paulinha Abelha, cantora do Calcinha Preta, que falece devido a um conjunto de fatores, entre eles o uso excessivo de medicações. A lógica do fast-food produz uma banalização do uso de medicamentos na vida cotidiana. Uma solução prática e fácil para a resolução de problemas profundos, enraizados no âmago da pessoa.
- Quando se escuta uma notícia como esta, é necessário questionar-se: por que tenho que tomar uma pílula para realizar cada tarefa do meu dia? Porque preciso que toda a minha vida esteja chancelada por essas soluções imediatas?
- No tratamento da obesidade, estas soluções também começam a ser aplicadas. Porém, a de se perguntar: serão elas duradouras? Serão elas saudáveis?
- A sociedade está constantemente nos pedindo demasiadas soluções que aparentemente são includentes. Sejam pais presentes, pessoas dedicadas ao trabalho, que pratiquem atividade física; não sobra nem tempo para respirar em meio a tantas tarefas. O “fast-food” não apenas como conceito de comida, mas como conceito de vida, torna-se muito sedutor.
- Porém, é preciso ter cuidados com os exageros. O uso excessivo de medicações no nosso cotidiano cobra um preço. Um preço quiçá que você não esteja disposto a pagar. No meio de um mundo que te empurra para o “fast-food”, as vezes é melhor se buscar a solução menos imediata, mais engajada.
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O Desenho da Obesidade
AGORA • Puro Prazer (comida deliciosa). Falta de limites (“só um pouquinho a mais…)
HOJE • Desconforto (preocupação, culpa, remorso). Compensar ou olhar para o outro lado.
AMANHÃ • Vontade de mais comida (voracidade). Fome aumentada e roupa apertada.
FUTURO • Quilos aumentados. Autoestima em queda, movimento rebaixado, envelhecimento prematuro, resignação, tentativas de retomada como alívio, aburguesamento, negação: “não me importa… , que delicia que é comer! Poder comer sem limites (domínio equivocado), a hora que quiser controlo (onipotência). A vida está para ser vivida… (realçar o único prazer). Meu conceito está perfeito”.
Com base no dito até agora, estamos em condições de responder a seguinte pergunta:
Por que está Obeso o Obeso?
• Porque está vivendo em um mundo atual quieto, que predispõe a estar gordo.
• Porque sua preguiça gera um sedentarismo excessivo. Além disso, come por hábito familiar e se contata sempre via comida, o que o leva a comer muito mais do que necessita.
• Porque a voracidade faz parte da sua personalidade (ou a sua química, seus genes ou situações aprendidas). Muito distante de ser uma pessoa frustrada, participa do perfil das pessoas que não querem acordo com limites.
• Porque o comer figura como distração ou fuga, igual que para outros o trabalho, o sexo, o cigarro, o jogo, o álcool ou a adrenalina.
• Por volúpia, por entregar-se ao gozo de: “quero muito e tudo sem parar” (sem ter a noção do quão perigoso é este sistema alimentar que te coloca em uma zona de risco, aonde quanto mais come menos se sacia).
• Porque, desde o nascimento, o comer se associa a um prazer primário, um bem-estar, ao afeto, ao calor e ao conforto (em vez de estar presente outros recursos mais elaborados).
• Porque, quanto mais gordo está, mais necessita continuar comendo para alimentar a essas células que pedem permanentemente energia.
• Porque, quando mais gordo se está, menos se move o corpo e mais se engorda com a mesma quantidade de comida. Baixa queima de energia.
• Porque, a genética está presente, a herança humana de poupadores de energia e os neurotransmissores envolvidos.
• Porque seu vinculo com a comida o aprisiona em uma reação de dependência e de apego com um custo muito alto para desprender-se dela.
Baseado no Livro – Una Delgada Línea, …Entre o Excesso e a Medida.
Dr. Máximo Ravenna Z”L

O Domínio sobre as Próprias Forças – Parte 3
A mudança de hábitos é possível?
O que se sabe é que existem poucos hábitos que se aprendem na fase adulta. A maioria vem da infância ou da primeira experiência. Fica claro então que um novo hábito, em um adulto, tem que ser repetido muitas e muitas vezes. Não é algo natural.
Então, como fazer? Se existe o desejo de não cumprir este novo hábito e retomar a conduta anterior? Será de fato um exercício para validar o desejo de manter este lugar do peso ideal, com a compreensão do que de fato é bom e mau para você.
Esta conquista é de uma construção interna de capacidade. Neste lugar, ficará marcada esta sensação de que sua maior impotência se transformará em potência. E será um valor que nos tocará. Poderá ser ameaçado pelos percalços ainda não vividos. Mas poderá repetir o caminho de que a comida é a solução. Acredite: retomada, treino e re-treino estarão ao seu alcance. Não se sinta impostor e sim que “ainda não pode totalmente”.
COMECE, RETOME, ACREDITE!!!
Trecho do livro Una Delgada Línea …Entre el Excesso y la Medida
Dr. Máximo Ravenna Z”L

Domínio sobre as próprias forças – parte 2
O obeso tem uma limitação real: vê a comida e come; se está próxima, agarra; Se come, engorda; se engorda, se deprime. Todo este circuito, que aparece abruptamente, se produz porque a comida pode mais? Será mesmo? Ou será porque não foi tomada uma decisão firme?
Mas, e agora, existe esperança? A esperança se perde quando se está distraído? Como fazer para estar atento? A princípio, o foco tem que estar em função de desarmar e desarticular as estratégias tatuadas através dos anos para suportar o insuportável:
“Estou tão mal…”. Ou pior: “Estou tão mal que já não vale mais a pena tentar mais nada..”?
Nesse estado emocional, a pessoa se entrega. Seus sentimentos serão opostos ao de quem vai baixar de peso. O pensamento então será: Que bom que é comer pizza!” (Sim! Exatamente isso).
Entretanto, no momento em que esta pessoa está envolvida no processo de emagrecimento, o posicionamento é outro: “Me sinto tão bem! Volto a acreditar que é possível emagrecer”.
O grande temor não é como o obeso se vê neste momento, nem como se via 5 kg atrás. O grande temor é ver os 25 kg adiante. Aí está o destino da pessoa obesa, porque responde a uma profecia biológica e psicológica. O obeso, em uma caminhada livre, termina mais obeso. Porém, uma obesidade controlada vai terminar em peso equilibrado, e, mantido esse peso, vai melhorar sua qualidade de vida.
O esforço para reduzir peso pode gerar um grande prazer. Já o oposto, o abandono será convertido em sofrimento. Além disso, quando existe uma dor muito profunda, o obeso poderá escolher a negação do que realmente sente e irá caminhar aos tropeços com seus 150 kg ou mais.
E agora? É possível os obesos largarem a comida ainda que seja por um único dia da vida? Sim! E conseguir esse feito será uma grande demonstração do domínio sobre seus impulsos e da capacidade de mudar a rotina da vida, mesmo que seja por um único dia. O contrário é pensar que está à mercê do destino, dos anos, dos quilos, do excesso de comida.
Trecho do livro Una Delgada Línea …Entre el Excesso y la Medida
Dr. Máximo Ravenna Z”L

Domínio sobre as próprias forças
Evidentemente o comer é um argumento, uma técnica, um prazer (por que não?), uma distração e um acompanhamento da vida toda. Se fica à espera do tal do click, que vai trazer a mudança de enfoque.
Hum… esse click no geral não chega… Só chega quando você se animar a dizer: “Tenho que parar! Modificar a maneira a qual eu como”!
Tomar a decisão de forma dramática também vai influenciar no seu estado de ânimo. Então, veja: se rio das coisas que faço, do que deixo de fazer, se rio de mim mesma, da minha própria gordura e meus desbordes, vou rir também da dieta. Não é possível lidar com a dieta com os dentes travados, porque as forças vão se esgotar.
Não perca a esperança! É possível estar muito bem, mesmo depois do emagrecimento, na manutenção de peso?
Sim, e para isso você deve comer moderadamente e com prazer. Se permitir uma gostosura de vez em quando. Mas cuidado: quando esta gostosura virar permissividade, volte atrás! O importante é detectar a tempo que é uma situação de risco e pode piorar.
Existe algo que supera todas as decisões do mundo e não implica tomar decisão ou determinação: basta se animar! É a comida que nos faz pensar, e não é você que escolhe pensar na comida.*
*A comida aditiva provoca este efeito! Você acha que está escolhendo pensar nela, mas na verdade a química dela é que comanda suas escolhas e seus pensamentos.
Trecho do livro Una Delgada Línea …
Entre el Excesso y la Medida – Dr. Máximo Ravenna Z”L